França encerra contrato da DGSI com Palantir e investe €655 mi em IA soberana
DGSI migra para ChapsVision; assistente da Mistral será estendido a 1 milhão de servidores públicos por cerca de €700 mil.
Pontos principais
- Anúncio do primeiro-ministro Sébastien Lecornu
- DGSI, agência francesa de inteligência interna, encerra contrato com a Palantir
- Migração para a francesa ChapsVision, também escolhida pela inteligência alemã (BfV) em maio
- Contrato com a Palantir tinha sido renovado em dezembro de 2025 por três anos e iria até 2028
- €655 milhões (cerca de US$760 milhões) extras para IA no programa France 2030
- Chatbot Assistant, movido pela Mistral, será estendido a cerca de 1 milhão de servidores públicos
- Piloto anterior teve 10 meses com 10 mil funcionários nos ministérios do Interior, da Justiça e em serviços de Bercy
- Custo estimado do rollout: cerca de €700 mil
- Lecornu: 'não podemos aceitar novas dependências estratégicas no campo digital'
O primeiro-ministro francês Sébastien Lecornu anunciou que a DGSI, agência francesa de inteligência interna, encerra o contrato com a Palantir e migra para a francesa ChapsVision, empresa também escolhida pela inteligência alemã (BfV) em maio para função semelhante. O contrato com a Palantir tinha sido renovado por três anos em dezembro de 2025 e iria até 2028.
Junto, a França anunciou €655 milhões (cerca de US$760 milhões) extras para IA dentro do programa France 2030, e vai estender o chatbot Assistant, movido pela Mistral, a cerca de 1 milhão de servidores públicos depois de piloto de 10 meses com 10 mil funcionários. Custo estimado: cerca de €700 mil. Lecornu enquadrou a operação como passo em direção à soberania: 'não podemos aceitar novas dependências estratégicas no campo digital'.
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