Documentos do Departamento de Estado apontam que prisioneiros transferidos da Síria para o Iraque estariam sofrendo tortura sob custódia iraquiana.
Documentos internos do Departamento de Estado dos Estados Unidos revelaram preocupações crescentes de diplomatas americanos quanto ao tratamento de membros do Estado Islâmico transferidos da Síria para prisões no Iraque. Segundo os relatos, os detentos, que estavam sob custódia americana, teriam sido submetidos a atos de tortura e condições degradantes após a transferência para a jurisdição iraquiana. A situação coloca o governo dos EUA em uma posição delicada, levantando debates sobre a responsabilidade internacional do país na supervisão de prisioneiros entregues a governos estrangeiros. Especialistas em direitos humanos apontam que a transferência de custódia não exime os EUA de obrigações éticas, especialmente quando há evidências de violações sistemáticas. O caso pressiona a administração de Donald Trump a rever protocolos de cooperação de segurança e a garantir que os direitos fundamentais dos detentos sejam respeitados em futuras operações de transferência.
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