Manifestantes entram em confronto com a polícia em protesto contra o G7
Protestos em Genebra contra o G7 escalam para confrontos violentos, com uso de gás lacrimogêneo, vandalismo a edifícios e incêndio de um veículo.
Pontos principais
- Cerca de 20 mil pessoas participaram de manifestações em Genebra contra a cúpula do G7, que ocorre entre 15 e 17 de junho na França.
- O ato registrou confrontos diretos entre manifestantes e a polícia, que utilizou gás lacrimogêneo e canhões de água para conter o grupo.
- Edifícios da ONU e da consultoria PwC foram danificados, com janelas quebradas durante a ação.
- Um veículo da Tesla foi incendiado por manifestantes mascarados, servindo como símbolo de protesto contra a desigualdade.
- As autoridades identificaram a presença de cerca de 600 integrantes do bloco negro entre os manifestantes.
- A pauta do protesto abrangeu temas como a causa palestina, ações climáticas e críticas ao capitalismo.
- Não houve relatos imediatos de feridos graves ou prisões em massa após a dispersão do grupo pelas forças de segurança.
As manifestações em Genebra contra a cúpula do G7, realizada entre 15 e 17 de junho em Évian-les-Bains, escalaram para confrontos violentos entre ativistas e forças de segurança. A polícia estimou a presença de aproximadamente 20 mil pessoas, incluindo cerca de 600 integrantes do bloco negro, que lideraram ataques contra edifícios da ONU e da consultoria PwC. Em resposta ao vandalismo e ao lançamento de objetos, as autoridades utilizaram gás lacrimogêneo e canhões de água para dispersar a multidão. Durante o tumulto, um veículo da Tesla foi incendiado, sendo utilizado como símbolo de protesto contra a riqueza e a desigualdade econômica.
Além dos danos materiais, a mobilização reuniu pautas diversas, como a defesa da causa palestina e exigências por ações climáticas mais rigorosas. A segurança na região foi reforçada com tropas de choque após a apreensão de facas e artefatos pirotécnicos. A cúpula do G7, que motiva os protestos, tem em sua agenda oficial debates sobre as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, além de negociações estratégicas envolvendo o Irã. Embora as autoridades tenham relatado que grande parte dos participantes manteve o protesto de forma pacífica, os episódios de violência, incluindo a quebra de janelas em prédios oficiais, marcaram a véspera do encontro internacional sem registros imediatos de feridos graves.
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