Grupo foi sentenciado a até sete anos de prisão pelo roubo de edições raras de clássicos da literatura russa em bibliotecas da França.
A justiça francesa encerrou um caso de grande repercussão cultural ao condenar seis cidadãos georgianos por uma série de furtos a bibliotecas nacionais. O grupo foi considerado culpado por integrar uma rede organizada dedicada à subtração e ao tráfico internacional de obras literárias raras. Entre os itens furtados, destacam-se edições valiosas de clássicos da literatura russa, incluindo textos do renomado autor Alexander Pushkin. As sentenças, que chegam a sete anos de prisão, refletem a gravidade do crime contra o patrimônio histórico e cultural do país. O caso destaca a vulnerabilidade de instituições de prestígio frente a organizações criminosas especializadas em bens de alto valor cultural, que frequentemente visam o mercado clandestino de colecionadores para comercializar as obras roubadas após a remoção dos acervos públicos.
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