Centenário da morte de Antoni Gaudí relembra legado do arquiteto
Há 100 anos, o arquiteto da Sagrada Família faleceu após ser atropelado em Barcelona e inicialmente confundido com um morador de rua.
Pontos principais
- Antoni Gaudí morreu em 1926, três dias após ser atropelado por um bonde em Barcelona.
- O arquiteto foi ignorado por transeuntes e taxistas devido à sua aparência simples e falta de documentos.
- Gaudí está sepultado na cripta da Basílica da Sagrada Família, obra que iniciou em 1883.
- O Vaticano iniciou o processo de canonização do arquiteto, reconhecendo suas virtudes heroicas.
O centenário da morte de Antoni Gaudí marca a trajetória do visionário catalão, mundialmente conhecido como o 'arquiteto de Deus'. Em 1926, Gaudí sofreu um acidente fatal ao ser atropelado por um bonde enquanto caminhava em Barcelona. Devido à sua aparência descuidada e à ausência de documentos, o arquiteto foi inicialmente confundido com um morador de rua, o que atrasou o socorro médico adequado. Ele faleceu três dias depois e foi sepultado na cripta da Sagrada Família, sua obra-prima inacabada.
Além de sua contribuição inestimável para a arquitetura mundial, a vida de Gaudí é objeto de um processo de canonização pelo Vaticano, que reconheceu suas virtudes heroicas. A Basílica da Sagrada Família, iniciada por ele em 1883, permanece como um dos marcos arquitetônicos mais significativos do mundo, consolidando o legado de um artista que transformou a paisagem urbana com seu estilo único.
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