Kalshi e Polymarket restringem desinformação eleitoral por afiliados
Plataformas de apostas proíbem criadores pagos de disseminar informações falsas sobre eleições sob risco de rescisão de contratos.
Pontos principais
- As plataformas de mercados preditivos Kalshi e Polymarket endureceram as diretrizes contra a desinformação eleitoral.
- Afiliados e criadores de conteúdo pagos estão proibidos de questionar a integridade de eleições e decisões judiciais.
- A medida foi motivada pela propagação de conteúdos falsos sobre processos eleitorais na Califórnia.
- O descumprimento das novas regras pode resultar no cancelamento imediato de patrocínios e contratos.
As plataformas de mercados preditivos Kalshi e Polymarket implementaram novas restrições para combater a disseminação de desinformação eleitoral em seus canais de marketing. A partir de agora, criadores de conteúdo e afiliados que recebem pagamentos das empresas estão proibidos de questionar a precisão de resultados eleitorais ou a validade de decisões judiciais relacionadas ao pleito. A iniciativa, reportada inicialmente pelo jornalista Bobby Allyn, surge como uma resposta direta ao aumento de conteúdos falsos sobre processos eleitorais, especificamente na Califórnia. Ao endurecer as regras, as plataformas buscam proteger a integridade de seus mercados e evitar que a influência de afiliados comprometa a credibilidade das apostas. Criadores que violarem as diretrizes estabelecidas enfrentarão sanções severas, incluindo a rescisão imediata de seus contratos de patrocínio e parcerias comerciais.
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