A gestora Schroders prioriza títulos soberanos da Itália em detrimento de ativos americanos e alemães, citando maior estabilidade fiscal e política.
A gestora de ativos Schroders anunciou uma mudança estratégica em seu portfólio, optando por reduzir a exposição a títulos do Tesouro dos Estados Unidos e aos Bunds alemães. Em contrapartida, a instituição passou a priorizar a dívida soberana da Itália, avaliando que o país europeu apresenta, atualmente, um cenário de maior estabilidade fiscal e política em comparação a outras economias desenvolvidas. Segundo analistas da gestora, a Itália demonstrou resiliência ao superar períodos críticos de instabilidade orçamentária, tornando seus títulos públicos uma opção mais vantajosa para investidores que buscam mitigar riscos. Esse movimento reflete uma busca por retornos em mercados que, embora historicamente voláteis, oferecem maior previsibilidade frente às incertezas macroeconômicas observadas em outras nações globais sob a atual gestão de Donald Trump.
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