Irã dispara cerca de 30 mísseis contra Israel após Beirute; Israel ataca petroquímica em Mahshahr
Primeiros mísseis iranianos desde cessar-fogo de 8 de abril; Trump pediu publicamente para Israel parar; Israel fechou passagens com Gaza, Iraque e Síria fecharam espaço aéreo.
Pontos principais
- Israel bombardeou subúrbio sul de Beirute (Dahiyeh), matando ao menos duas pessoas e ferindo cerca de 20
- Ataque ocorreu dias após cessar-fogo mediado por Washington que o Hezbollah rejeitou
- Irã disparou cerca de 30 mísseis balísticos contra Israel, primeiros desde o cessar-fogo de 8 de abril
- Alvo principal foi a base aérea de Ramat David, no norte de Israel
- Rebeldes Houthis no Iêmen também lançaram um míssil contra Tel Aviv, interceptado
- Israel respondeu na madrugada de segunda com ataques a alvos militares e complexo petroquímico em Mahshahr
- Trump postou às 5h36 ET no Truth Social pedindo que os dois lados 'imediatamente parem de atirar'
- Israel fechou todas as passagens com Gaza; Iraque fechou espaço aéreo por 72 horas; Síria por 12 horas
Israel bombardeou na tarde de domingo o subúrbio sul de Beirute, conhecido como Dahiyeh, matando ao menos duas pessoas e ferindo cerca de 20 em região sensível dias após o cessar-fogo mediado por Washington que o Hezbollah rejeitou. A reação foi rápida: o Irã disparou cerca de 30 mísseis balísticos contra Israel, os primeiros desde o cessar-fogo de 8 de abril, mirando principalmente a base aérea de Ramat David, no norte do país; o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica afirmou que os caças que atacaram Beirute partiram de lá. Rebeldes Houthis no Iêmen também lançaram um míssil contra Tel Aviv, interceptado.
Na madrugada de segunda, Israel respondeu com ataques a alvos militares e a um complexo petroquímico em Mahshahr, no sudoeste iraniano, contrariando apelo público de Trump — que postou às 5h36 do horário de Washington no Truth Social pedindo que os dois lados 'imediatamente parem de atirar'. Israel fechou todas as passagens com Gaza, incluindo Kerem Shalom e Rafah; o Iraque fechou o espaço aéreo nacional por 72 horas, e a Síria por 12.
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