Inflação no Brasil e nos EUA e tensões no Oriente Médio guiam o mercado
Agenda econômica da semana foca em dados de inflação e impactos da instabilidade geopolítica no preço do petróleo.
Pontos principais
- O presidente Donald Trump solicitou um cessar-fogo entre Israel e Irã, elevando o preço do petróleo em quase 5%.
- O IBGE divulga o IPCA de maio, com expectativa de alta de 0,33%.
- O CPI dos Estados Unidos deve indicar desaceleração da inflação no país.
- Indicadores de serviços e a Pesquisa Mensal do Comércio são monitorados no Brasil.
O mercado financeiro inicia a semana atento a uma agenda carregada de indicadores macroeconômicos e desdobramentos geopolíticos. No cenário externo, a pressão sobre os preços do petróleo, que subiram quase 5%, reflete a instabilidade no Oriente Médio após o pedido de cessar-fogo feito pelo presidente Donald Trump entre Israel e Irã. Paralelamente, investidores aguardam a divulgação do CPI nos Estados Unidos, que deve sinalizar uma desaceleração inflacionária, fator crucial para as decisões de política monetária do Federal Reserve. No Brasil, a atenção se volta para o IPCA de maio, com projeção de alta de 0,33%, além da análise de dados sobre o setor de serviços e a Pesquisa Mensal do Comércio. Esses indicadores serão fundamentais para medir o ritmo da atividade econômica doméstica e ajustar as expectativas para os próximos meses.
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