O projeto na Montanha Saishiteng visa estabelecer um centro de observação de classe mundial com telescópios avançados até meados da década de 2030.
A China avança na construção de um complexo astronômico de grande escala na Montanha Saishiteng, localizada no planalto tibetano, na província de Qinghai. Sob a liderança do National Astronomical Observatories of China (NAOC), o projeto busca consolidar a região como a maior base de observação astronômica do mundo até meados da década de 2030. A iniciativa contempla o desenvolvimento de telescópios ópticos de ponta, com aberturas variando entre 6,5 e 14,5 metros, projetados para capturar dados de alta precisão. A escolha do local é estratégica, uma vez que as condições atmosféricas do planalto tibetano são consideradas ideais para a astronomia de observação. Com essa infraestrutura, o país pretende ampliar significativamente sua capacidade de pesquisa espacial e competitividade científica global, estabelecendo um novo benchmark para a exploração do universo nas próximas décadas.
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