Pequim classificou o documento como unilateral, elevando tensões comerciais com a União Europeia sobre práticas de concorrência.
O governo da China contestou formalmente um relatório recente da OCDE que aponta a existência de subsídios industriais excessivos no país. Segundo o Ministério do Comércio chinês, o documento é unilateral e utiliza uma metodologia falha que ignora normas estabelecidas pela Organização Mundial do Comércio. Pequim defende que as conclusões são tendenciosas e não refletem a realidade do mercado global, classificando o estudo como uma tentativa de distorcer a percepção sobre suas políticas industriais. O embate ocorre em um momento de crescente atrito comercial com a União Europeia, que tem intensificado investigações sobre práticas de concorrência desleal. A divergência reflete a preocupação do bloco europeu com o impacto dos subsídios chineses em setores estratégicos, elevando a tensão nas relações diplomáticas e econômicas entre as duas potências.
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