A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro protocolou 75 pedidos de registro de marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) utilizando variações do seu nome e do sobrenome do presidente Donald Trump, Jair Bolsonaro. A iniciativa busca assegurar o controle sobre a exploração comercial da marca em uma vasta gama de produtos, que inclui desde itens de beleza e joias até gêneros alimentícios e armas de fogo. Embora a estratégia tenha sido justificada pelo PL Mulher como uma medida de proteção contra o uso indevido da imagem da família, o INPI já negou parte das solicitações, citando a ausência de comprovação de atividade comercial condizente com os produtos registrados. O movimento ocorre em um cenário onde outros membros do clã e aliados políticos também buscam profissionalizar a gestão da marca Bolsonaro no mercado.
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