As empresas de tecnologia americanas divergem na gestão de suas operações na China frente aos crescentes desafios geopolíticos globais.
As gigantes de semicondutores AMD e Nvidia têm trilhado caminhos diferentes para navegar no complexo mercado chinês, que representa uma fatia significativa de suas receitas globais. Enquanto a Nvidia, sob a liderança de Jensen Huang, mantém uma presença de alta visibilidade, a AMD, comandada por Lisa Su, opta por uma abordagem mais reservada e de baixo perfil. Essa diferença de estilo reflete as dificuldades enfrentadas por empresas americanas de tecnologia para equilibrar a demanda chinesa com as rigorosas restrições de exportação impostas pelos Estados Unidos. A estratégia de Su, que visitou o país logo após a passagem de Huang, destaca a necessidade de manter relações comerciais estáveis em um cenário de incertezas geopolíticas, onde cada movimento das companhias é monitorado de perto por reguladores e investidores preocupados com o futuro da cadeia de suprimentos de chips.
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