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Itália proíbe shows de Kanye West e Travis Scott em Reggio Emilia

Prefeitura cancela apresentações na RCF Arena citando riscos à ordem pública, segurança e o histórico polêmico dos artistas.

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Foto: The Guardian World
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30/05 às 06:02 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • O prefeito de Reggio Emilia, Salvatore Angieri, cancelou os shows agendados para julho na RCF Arena.
  • A decisão foi motivada por preocupações com a segurança pública, logística de grandes eventos e o histórico dos artistas.
  • Kanye West enfrenta restrições na Europa devido a declarações antissemitas, enquanto Travis Scott é monitorado após a tragédia no Astroworld.
  • O show de Kanye West, previsto para o festival Pulse of Gaia em 18 de julho, foi especificamente vetado após protestos da comunidade judaica.
  • A proibição atende a pressões de grupos como o CODACONS e comunidades judaicas, impactando diretamente as turnês dos músicos no país.

As autoridades de Reggio Emilia, na Itália, proibiram a realização de shows de Kanye West e Travis Scott, que estavam previstos para ocorrer em julho na RCF Arena. O prefeito Salvatore Angieri justificou a decisão citando riscos à ordem pública e a preocupação com a segurança em grandes eventos, dado o intenso fluxo de pessoas esperado. A medida reflete uma postura cautelosa das autoridades locais, que priorizaram a manutenção da ordem pública ao vetar os espetáculos, impactando diretamente o cronograma das turnês dos artistas no território italiano. O show de Kanye West, especificamente agendado para o festival Pulse of Gaia em 18 de julho, foi cancelado em meio a protestos da comunidade judaica local sobre declarações antissemitas feitas pelo rapper no passado.

Além das questões logísticas, o histórico dos músicos pesou na avaliação das autoridades. Kanye West tem enfrentado restrições e cancelamentos em diversos países europeus, enquanto Travis Scott permanece sob escrutínio de segurança após a tragédia ocorrida no festival Astroworld em 2021. A decisão também atende a pressões de organizações como o CODACONS, que manifestaram preocupação com a presença dos artistas na região, reacendendo o debate sobre a responsabilidade de promotores de eventos ao contratar nomes envolvidos em polêmicas públicas.

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