Liu Bin, arqueólogo que descobriu as ruínas de Liangzhu, declarou-se culpado por crimes de suborno e peculato em tribunal na China.
O renomado arqueólogo Liu Bin, figura central na descoberta e preservação das ruínas de Liangzhu, declarou-se culpado por acusações de corrupção e peculato. Durante audiência realizada em 20 de maio na província de Zhejiang, o acadêmico admitiu ter aceitado subornos e desviado recursos destinados ao sítio arqueológico. Liu foi o principal responsável pela escavação e pelo processo que culminou na nomeação do local como Patrimônio Mundial da Unesco. As ruínas de Liangzhu, datadas de 5.000 anos, são consideradas um marco fundamental para a compreensão da civilização chinesa antiga. O caso, divulgado pelo veículo Southern Weekly, levanta questões sobre a gestão de sítios históricos de grande relevância cultural na China, dado o papel de destaque que o arqueólogo ocupou por anos na supervisão e promoção internacional do patrimônio.
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