Ondas de calor na Europa são alerta sobre crise climática, diz ONU
O chefe do clima da ONU, Simon Stiell, classificou o calor extremo na Europa como um lembrete urgente dos impactos da queima de combustíveis fósseis.
Pontos principais
- Ondas de calor extremo afetaram diversas regiões da Europa ocidental durante o mês de maio.
- França e Reino Unido registraram recordes de temperatura para o período por dois dias seguidos.
- Simon Stiell identificou a queima de carvão, petróleo e gás como o principal motor do aquecimento global.
- O evento intensifica a pressão internacional pela adoção de políticas de transição energética.
O chefe do clima da ONU, Simon Stiell, descreveu as recentes ondas de calor extremo que atingiram a Europa ocidental em maio como um lembrete brutal da crise climática em curso. Durante o período, países como França e Reino Unido enfrentaram recordes de temperatura por dois dias consecutivos, evidenciando a aceleração do aquecimento global. Segundo Stiell, a persistência desses fenômenos meteorológicos extremos está diretamente ligada à queima contínua de combustíveis fósseis, como carvão, petróleo e gás. A declaração reforça a urgência de uma resposta global coordenada, aumentando a pressão sobre governos e corporações para que acelerem a transição energética. O episódio é visto por especialistas como um sinal claro de que os impactos climáticos estão se tornando mais frequentes e severos, exigindo medidas imediatas para mitigar os danos ao meio ambiente e à infraestrutura urbana.
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