Três anos após o início de uma grave crise étnica, o estado de Manipur, na Índia, continua mergulhado em um cenário de instabilidade e violência persistente. A região é caracterizada por uma infraestrutura de controle rigorosa, com postos de vigilância armados e cercas de arame farpado que refletem a profunda segregação social e os conflitos que ainda desafiam a segurança local. A situação é agravada pela dificuldade de acesso para observadores externos e jornalistas, o que limita a visibilidade internacional sobre a crise. Para os moradores, a desordem e a divisão tornaram-se elementos cotidianos, evidenciando um impasse que compromete a estabilidade da região e a segurança de seus habitantes, sem uma solução clara à vista para o fim das hostilidades.
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