Spin-off de laboratório da Universidade de Pequim quer ser alternativa doméstica à linha Jetson da Nvidia; produção prevista para 2027.
A busca chinesa por autonomia em chips alimenta também apostas bem menores. A Vifan, nascida de um laboratório de chips bioinspirados da Universidade de Pequim, levantou centenas de milhões de yuans, o equivalente a dezenas de milhões de dólares, em sua primeira rodada de investimento para construir um 'cérebro' totalmente nacional para robôs.
Sua arquitetura combina computação neuromórfica, que imita o disparo dos neurônios para gastar menos energia, com a de uma GPU comum, e se posiciona como alternativa doméstica à linha Jetson da Nvidia, hoje dominante nesse nicho. A produção está prevista para o segundo trimestre de 2027.
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