Marco Rubio sinaliza avanço em negociações diplomáticas com o Irã
O Secretário de Estado dos EUA projeta um acordo com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz, com anúncio possível para a próxima segunda-feira.
Pontos principais
- Marco Rubio afirmou que o acordo entre EUA e Irã está consolidado e pode ser anunciado na próxima segunda-feira.
- A proposta em discussão prevê a reabertura do Estreito de Ormuz e um cessar-fogo de 60 dias.
- O presidente Donald Trump classificou as negociações como construtivas, mas orientou cautela à equipe.
- O otimismo diplomático provocou uma queda nos preços do petróleo nos mercados internacionais.
- Israel confirmou a morte do sargento Nehoray Leizer, elevando para 23 o número de soldados mortos em combate contra o Hezbollah.
- Rubio reforçou em Nova Delhi que a diplomacia é a prioridade atual dos EUA antes de considerar outras alternativas.
O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou que as negociações diplomáticas com o Irã estão em estágio avançado, descrevendo o possível acordo como sólido e com potencial para ser anunciado na próxima segunda-feira. Durante estadia em Nova Delhi, Rubio reiterou que a diplomacia é a prioridade atual da administração Trump antes de considerar outras alternativas, destacando a disposição do governo iraniano para tratar de seu programa nuclear. A proposta central visa a reabertura do Estreito de Ormuz para a navegação internacional em troca de um cessar-fogo de 60 dias. O presidente Donald Trump, embora mantenha cautela, orientou sua equipe a não se apressar, enfrentando críticas internas sobre a eficácia de novos pactos. A perspectiva de uma solução diplomática já reflete em uma queda nos preços do petróleo nos mercados internacionais.
Enquanto os esforços diplomáticos avançam, a situação militar na região permanece tensa. As Forças de Defesa de Israel confirmaram a morte do sargento Nehoray Leizer, de 19 anos, durante combates no sul do Líbano. Com essa perda, o número total de soldados israelenses mortos em confrontos contra o Hezbollah desde o início da escalada subiu para 23. O governo norte-americano reiterou, em paralelo às negociações, o compromisso com a segurança de Israel e o direito do país de se defender contra ataques do grupo militante.
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