Uma década após o devastador ataque terrorista em Grand-Bassam, ocorrido em 13 de março de 2016, a Costa do Marfim mantém um estado de alerta rigoroso contra a ameaça jihadista. O governo tem concentrado esforços no reforço da vigilância ao longo das fronteiras norte, que fazem divisa com o Mali e Burkina Faso, áreas historicamente afetadas pela instabilidade no Sahel. A persistência de grupos extremistas na região vizinha é vista como um risco direto à segurança nacional, forçando as autoridades a manterem protocolos de defesa ativos. Para a população local, o décimo aniversário do atentado traz à tona o trauma persistente dos sobreviventes, sublinhando a importância estratégica de conter a expansão do extremismo para garantir a estabilidade interna do país diante de um cenário regional ainda volátil e marcado pela violência.
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