O perfil do roubo de cargas no Brasil passou por uma transformação significativa entre 2025 e 2026, com o setor farmacêutico assumindo o protagonismo nas ações criminosas. Medicamentos de alto valor e alta liquidez, como Mounjaro, Ozempic e Wegovy, tornaram-se o foco principal de quadrilhas especializadas, deslocando o interesse histórico por cargas de cigarros. Esse movimento reflete uma mudança estratégica dos criminosos em busca de itens com maior valor agregado e facilidade de revenda no mercado paralelo.
Atualmente, mais de 40% dos prejuízos registrados no setor envolvem cargas avaliadas acima de R$ 1 milhão, com uma concentração alarmante de 78,2% das perdas na região Sudeste. O aumento expressivo dos roubos em áreas urbanas e a especialização dos grupos criminosos impõem novos desafios logísticos e de segurança para a indústria farmacêutica, que agora precisa reforçar o monitoramento em horários específicos de maior vulnerabilidade, como as manhãs de quinta-feira.
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