O governo da Rússia anunciou planos para realizar uma nova emissão de títulos da dívida pública denominados em yuan chinês. A decisão, que marca a segunda operação do tipo realizada pelo país, ocorre logo após o retorno do presidente Vladimir Putin de uma visita oficial de dois dias à China. A iniciativa reflete o estreitamento dos laços econômicos e financeiros entre Moscou e Pequim, consolidando uma mudança estratégica na gestão das finanças russas. Ao recorrer ao mercado de capitais chinês, a Rússia busca diversificar suas fontes de financiamento e reduzir a dependência de moedas ocidentais, que se tornaram de difícil acesso devido ao cenário geopolítico atual. O movimento sinaliza a continuidade da política de desdolarização adotada pelo Kremlin para contornar restrições financeiras internacionais e garantir a estabilidade de seu orçamento soberano.
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