A China consolidou-se como o principal eixo da geopolítica mundial, exercendo influência direta ou indireta sobre as relações entre as maiores potências. Em 2025, a dinâmica diplomática reflete uma transição onde Pequim oferece alternativas estratégicas para mitigar vulnerabilidades tecnológicas e marítimas de nações ocidentais. Enquanto a Rússia aprofunda sua cooperação energética com o país, o governo de Donald Trump buscou em Pequim acordos comerciais bilionários e discussões sobre segurança no Estreito de Ormuz. Paralelamente, o Brasil tenta navegar esse cenário complexo, equilibrando a exploração de terras raras em parceria com os Estados Unidos e a continuidade de sua agenda dentro do Brics. Essa centralidade chinesa redefine as prioridades das potências globais, que agora precisam ajustar suas estratégias de soberania econômica ao peso crescente da influência de Pequim no cenário internacional.
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