Estudo aponta que ferramentas como ChatGPT e Gemini disseminaram informações falsas sobre o pleito, gerando pedidos por maior regulação no Reino Unido.

Um estudo conduzido pelo thinktank Demos revelou falhas críticas no desempenho de chatbots de inteligência artificial durante o período eleitoral na Escócia. Ao testar plataformas como ChatGPT, Gemini, Grok e Replika, pesquisadores identificaram que 34% das respostas continham informações falsas, incluindo a criação de candidatos fictícios e a invenção de escândalos políticos. O nível de imprecisão observado levantou preocupações imediatas sobre a confiabilidade dessas tecnologias em contextos sensíveis. Em resposta aos achados, a Comissão Eleitoral do Reino Unido defendeu a necessidade urgente de controles legais mais rigorosos para as empresas desenvolvedoras. O caso reforça o debate global sobre o impacto da desinformação gerada por IA na integridade de processos democráticos, evidenciando a necessidade de mecanismos de verificação mais robustos para evitar a manipulação do eleitorado.
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