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Mercado financeiro avalia impactos da Copa do Mundo de 2026

Relatórios do Santander e da XP analisam como o evento esportivo deve influenciar o desempenho de ações no varejo brasileiro e em setores globais.

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Foto: Times Brasil
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18/05 às 23:39

Pontos principais

  • O Santander projeta aumento nas vendas de bens duráveis e artigos esportivos no Brasil, apesar da pressão sobre o varejo de moda.
  • A XP aponta que setores de turismo, transporte, tecnologia de pagamento e mídia devem ser os principais beneficiados nos Estados Unidos.
  • A taxa Selic elevada no Brasil é considerada um desafio para o setor varejista local, favorecendo investimentos globais em dólar.
  • Empresas como Grupo SBF, Mercado Livre e Casas Bahia são monitoradas como potenciais ganhadoras no mercado doméstico.

O mercado financeiro começou a integrar a Copa do Mundo de 2026 como uma tese de investimento, antecipando impactos distintos entre o Brasil e o cenário internacional. Segundo análises do Santander, o evento deve impulsionar o consumo de bens duráveis e itens esportivos no mercado brasileiro, embora o varejo de moda enfrente desafios com a queda no fluxo de lojas físicas durante as partidas. Paralelamente, a XP destaca que a economia americana deve capturar ganhos significativos nos setores de turismo, tecnologia de pagamento e mídia, com projeções de impacto bilionário no PIB dos EUA. Contudo, a atratividade dessas teses no Brasil permanece condicionada ao cenário macroeconômico, onde a alta taxa Selic atua como um obstáculo para o varejo doméstico, tornando ativos globais em dólar uma alternativa mais competitiva para os investidores.

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