O mercado financeiro começou a integrar a Copa do Mundo de 2026 como uma tese de investimento, antecipando impactos distintos entre o Brasil e o cenário internacional. Segundo análises do Santander, o evento deve impulsionar o consumo de bens duráveis e itens esportivos no mercado brasileiro, embora o varejo de moda enfrente desafios com a queda no fluxo de lojas físicas durante as partidas. Paralelamente, a XP destaca que a economia americana deve capturar ganhos significativos nos setores de turismo, tecnologia de pagamento e mídia, com projeções de impacto bilionário no PIB dos EUA. Contudo, a atratividade dessas teses no Brasil permanece condicionada ao cenário macroeconômico, onde a alta taxa Selic atua como um obstáculo para o varejo doméstico, tornando ativos globais em dólar uma alternativa mais competitiva para os investidores.
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