O mercado de trabalho britânico enfrenta seu momento mais crítico desde o início da pandemia, com a taxa de desemprego subindo inesperadamente para 5% no trimestre encerrado em março de 2026. Dados do Office for National Statistics (ONS) confirmam que o crescimento salarial desacelerou para 3,4%, enquanto o volume de vagas abertas atingiu o nível mais baixo em cinco anos. Esse cenário é um reflexo direto da pressão econômica causada pela guerra no Irã, que tem impulsionado os preços globais de energia e elevado os custos operacionais, minando a confiança do setor empresarial no Reino Unido.
A persistência desse conflito geopolítico forçou as empresas a adotarem uma postura de cautela, resultando no maior volume de cortes de vagas desde 2020 e em um esfriamento significativo no ritmo de novas contratações. Para o governo, a situação representa um desafio robusto, frustrando as expectativas de uma retomada econômica rápida e colocando a chanceler Rachel Reeves sob pressão para mitigar os impactos sobre as famílias britânicas. A combinação de desemprego em alta, salários estagnados e escassez de oportunidades sinaliza um período de instabilidade prolongada, com o setor privado priorizando a contenção de despesas em detrimento da expansão de quadros.
Financial Times World • 19 mai, 03:59
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