O governo de Bangladesh, sob a gestão do primeiro-ministro Tarique Rahman, solicitou formalmente apoio financeiro da China para um projeto de restauração e dragagem do Rio Teesta, avaliado em US$ 1 bilhão. A iniciativa visa mitigar os impactos das secas severas que afetam milhões de habitantes na região, um problema que o país tentou resolver por anos através de negociações diplomáticas com a Índia, sem obter resultados concretos. Ao recorrer a Pequim, Dhaka sinaliza uma mudança estratégica em sua política externa, o que tem gerado tensões imediatas com o governo indiano. A movimentação é vista por especialistas como um teste significativo para a estabilidade das relações bilaterais entre os dois países vizinhos, refletindo a busca de Bangladesh por alternativas para infraestrutura crítica em meio a um cenário de crescente influência chinesa na região.
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