Nos Estados Unidos, as vendas no varejo subiram 0,5% em abril, segundo o Departamento de Comércio em 14 de maio, depois de uma alta revisada para baixo de 1,6% em março. Boa parte do ganho veio do efeito preço: a gasolina ficou 12,3% mais cara no mês, em meio à guerra do Irã. Excluindo combustíveis, a alta foi de apenas 0,3%, com lojas de móveis e roupas recuando — sinal de que consumidores estão cortando gastos discricionários para cobrir o tanque.
Os pedidos iniciais de seguro-desemprego subiram 12 mil para 211 mil na semana encerrada em 9 de maio, acima da projeção de 205 mil. Os preços de importação saltaram 1,9% em abril, bem acima do esperado; o índice de preços ao produtor (PPI) teve sua maior alta mensal em mais de quatro anos; e o índice ao consumidor (CPI) acumulou alta de 3,8% em 12 meses, a maior leitura anual em três anos.
Com inflação persistente puxada pela guerra, o mercado já não precifica cortes do Fed em 2026 e atribui cerca de 39% de chance de uma alta de juros este ano. A taxa básica segue ancorada na faixa de 3,5%-3,75%.
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