A nomeação do psicólogo e autor Jonathan Haidt como orador da cerimônia de formatura da Universidade de Nova York (NYU) gerou protestos entre o corpo discente. O descontentamento dos alunos está centrado nas posições públicas de Haidt, que é um crítico notório da cultura do cancelamento e do que ele descreve como um excesso de proteção no ambiente acadêmico. Segundo o autor, as universidades americanas têm falhado ao evitar que os estudantes sejam expostos a pensamentos críticos ou opiniões divergentes.
O episódio evidencia a polarização sobre a liberdade de expressão nas instituições de ensino superior nos Estados Unidos. Enquanto defensores da escolha de Haidt argumentam pela importância da diversidade de pensamento, os estudantes críticos sustentam que a presença do autor é incompatível com os valores de inclusão da universidade. O debate coloca em evidência o conflito entre a segurança intelectual e a exposição a ideias controversas no meio acadêmico.
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