Durante eventos na Bahia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou seu apoio às diretrizes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que restringem o uso de inteligência artificial nas eleições. Além de declarar que não utilizará tais ferramentas em sua campanha, o presidente sugeriu a senadores aliados a criação de uma medida legislativa para proibir formalmente o emprego de IA no pleito. Para Lula, a tecnologia facilita a disseminação de mentiras e manipulações, sendo necessário assegurar que o debate público seja pautado pela verdade.
A posição do governo alinha-se às normas atuais do TSE, que já veda conteúdos sintéticos nas 72 horas que antecedem a votação e nas 24 horas posteriores. A iniciativa visa mitigar os riscos de deepfakes e desinformação, garantindo que o eleitorado escolha candidatos reais em um processo democrático protegido contra interferências tecnológicas indevidas.
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