A China consolidou sua posição de liderança no mercado global de veículos elétricos ao transitar de um modelo baseado na cópia tecnológica para uma estratégia focada em inovação soberana e alta eficiência produtiva. Esse avanço permitiu que os veículos elétricos chineses chegassem ao mercado com preços até 60% menores do que os modelos a combustão tradicionais, desafiando a competitividade da indústria automotiva global. Especialistas apontam que a profunda integração da cadeia de suprimentos chinesa torna medidas protecionistas e barreiras comerciais pouco eficazes para conter esse avanço. Com a expansão impulsionada pela iniciativa One Belt, One Road, o modelo chinês impacta economias ao redor do mundo, incluindo o Brasil. A recomendação para a indústria nacional é priorizar a cooperação e a integração na cadeia global de suprimentos, em vez de recorrer a retaliações ou políticas de isolamento comercial.
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