As obras de infraestrutura realizadas na Cidade do México em preparação para a Copa do Mundo de 2026 têm gerado tensões com trabalhadoras sexuais que atuam na Avenida Tlalpan. Profissionais da região relatam que a implementação de novas ciclovias e outras mudanças na mobilidade urbana restringiram o acesso de clientes, resultando em uma queda acentuada nos rendimentos. Além do impacto financeiro, o grupo denuncia uma tentativa de limpeza social, temendo que a reestruturação urbana seja utilizada como pretexto para expulsá-las de áreas onde exercem a profissão há anos. Enquanto a prefeita Clara Brugada defende as intervenções como parte de um projeto necessário de modernização da cidade, a ausência de políticas públicas concretas para a regulamentação do trabalho sexual mantém o impasse entre a gestão municipal e as trabalhadoras, que buscam garantir sua permanência e segurança diante das mudanças urbanas.
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