O governo do Gabão implementou um bloqueio severo às redes sociais em fevereiro, justificando a medida como uma necessidade de segurança nacional durante uma onda de protestos contra a administração. A restrição, que visa limitar a organização e a comunicação da oposição, provocou uma reação imediata da população, que recorreu ao uso de VPNs para acessar plataformas digitais. Em resposta, a gendarmerie tem realizado abordagens em Libreville, confiscando aparelhos de jovens que possuem tais ferramentas instaladas. Ativistas de direitos humanos condenam a repressão, classificando o controle digital como um desrespeito aos direitos fundamentais e uma tentativa clara de suprimir a liberdade de expressão e a dissidência política no país. O cenário reflete a crescente tensão entre o Estado e a sociedade civil gabonesa em um momento de instabilidade política.
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