O fundador da startup Gojek e ex-ministro da Indonésia, Nadiem Makarim, tornou-se o centro de uma disputa judicial que gera alertas sobre o estado de direito no país. Acusado de corrupção, Makarim enfrenta uma possível pena de 18 anos de prisão, em um desdobramento que críticos classificam como uma tática de perseguição política para neutralizar vozes influentes. O caso tem repercutido internacionalmente, alimentando temores de que o sistema judiciário indonésio esteja sendo utilizado como ferramenta de autoritarismo para silenciar opositores ou figuras de destaque no setor privado e público. A situação reflete tensões políticas crescentes na Indonésia, onde a independência das instituições judiciais é colocada em xeque por observadores globais preocupados com o uso do poder estatal para fins de controle político.
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