A Azzas 2154 enfrenta um período de instabilidade interna após o agravamento do conflito entre Alexandre Birman e Roberto Jatahy. A tensão escalou para a esfera judicial com o ajuizamento de uma ação cautelar por parte de Jatahy, que busca impedir Birman de segregar a marca Reserva da unidade de moda sob sua liderança. A juíza Simone Gastesi Chevrand, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, deferiu liminar proibindo qualquer ato de desintegração, o que ameaça a captura de R$ 116 milhões em sinergias anuais previstas no plano de integração das marcas. O impasse reflete uma crise de governança mais ampla, marcada pela saída de conselheiros e pela tentativa frustrada de mediação por figuras como Nicola Calicchio. O mercado tem reagido negativamente ao cenário, com as ações da companhia acumulando queda superior a 52% nos últimos doze meses. Diante da instabilidade, o conselho avalia alternativas estratégicas, incluindo uma possível cisão da marca Farm para destravar valor, embora nenhuma decisão definitiva tenha sido tomada. A disputa judicial representa um marco no embate, reforçando o clima de desconfiança e complicando a gestão das marcas sob o mesmo guarda-chuva corporativo.
Folha de São Paulo - Mercado • 12 mai, 23:00
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