Coca-Cola nega redução de embalagens no Brasil por motivos políticos
Empresa esclarece que ajuste no tamanho de garrafas é uma estratégia global e não tem relação com políticas do governo brasileiro.
Pontos principais
- Publicações em redes sociais alegavam falsamente que a Coca-Cola reduziu o tamanho de garrafas devido à perda de poder de compra no Brasil.
- A companhia confirmou que mantém a comercialização dos formatos tradicionais, como a garrafa de 2 litros, no mercado nacional.
- A estratégia de embalagens menores, como a de 1,25 litro, é uma iniciativa global voltada para mercados como os Estados Unidos.
- O presidente global da Coca-Cola, Henrique Braun, afirmou que a medida visa sustentar o volume de vendas em cenários de inflação internacional.
Circulam nas redes sociais informações falsas que atribuem a suposta redução do tamanho das embalagens da Coca-Cola no Brasil a políticas do governo Lula. Em nota oficial, a empresa negou qualquer alteração em seu portfólio brasileiro motivada por fatores políticos ou econômicos locais. A companhia esclareceu que a introdução de garrafas menores, como o formato de 1,25 litro, faz parte de uma estratégia global de precificação e conveniência, focada principalmente em mercados como o dos Estados Unidos.
Segundo Henrique Braun, presidente global da Coca-Cola, a diversificação de embalagens é uma ferramenta utilizada pela multinacional para manter a competitividade e sustentar o volume de vendas diante de pressões inflacionárias em diversos países. A empresa reforçou que os formatos tradicionais, incluindo a garrafa de 2 litros, continuam sendo comercializados normalmente em todo o território brasileiro.
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