As articulações políticas em Minas Gerais ganharam tração com PL e PT buscando consolidar seus nomes para o governo estadual. O estado, historicamente visto como um 'swing state' brasileiro, é considerado um termômetro fundamental para o sucesso na corrida presidencial de 2026. No campo do PL, o cenário é marcado por divergências internas entre lideranças como Nikolas Ferreira e Cleitinho Azevedo, enquanto o partido avalia nomes como Flávio Roscoe e Vittorio Medioli. Paralelamente, o PT aposta na viabilidade do senador Rodrigo Pacheco, embora o parlamentar demonstre cautela diante do atual clima político. A disputa ganha contornos de incerteza com a pré-candidatura independente de Alexandre Kalil, que se coloca no pleito sem depender de alianças partidárias imediatas. A definição dos candidatos em Minas deve ditar o tom das alianças nacionais para os próximos anos.
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