A eficiência energética consolidou-se como um pilar estratégico para corporações ao redor do mundo, deixando de ser vista apenas como uma pauta ambiental. Com a rápida expansão da inteligência artificial, a demanda por energia em data centers atingiu níveis críticos, levando Big Techs a explorar fontes como a energia nuclear para garantir a estabilidade operacional. Esse cenário reflete uma mudança na gestão de recursos, onde a autonomia regional das cadeias de suprimentos tornou-se essencial para mitigar riscos geopolíticos.
O impacto dessa transformação é visível em resultados financeiros, como os da ABB, que registrou US$ 11 bilhões em pedidos no primeiro trimestre de 2026. O Brasil destaca-se nesse contexto como um mercado prioritário para a companhia, impulsionado pela relevância econômica e pela diversidade de seu setor energético na América Latina.
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