O agronegócio brasileiro consolidou-se como um dos principais destinos para fundos de investimento internacionais, superando mercados europeus que enfrentam crises energéticas e geopolíticas. Segundo Eduardo Barbosa, CEO da Multiplica, a combinação de escala produtiva, juros reais atrativos e a necessidade de modernização tecnológica impulsiona o interesse de fundos soberanos e de pensão. Para viabilizar esse fluxo, parcerias como a da Multiplica com o fundo global Amerra têm sido fundamentais na estruturação da entrada de capital no país. Embora o cenário seja promissor, especialistas alertam que a insegurança jurídica e os riscos políticos ainda representam barreiras significativas para investidores de longo prazo. A integração de tecnologias como inteligência artificial é vista como o próximo passo estratégico para garantir a competitividade e a eficiência necessárias para sustentar o interesse estrangeiro no setor.
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