O mercado de crédito privado, que movimenta cerca de 1,8 trilhão de dólares, enfrenta um debate sobre padrões de transparência. A Pimco, por meio de seu estrategista Lotfi Karoui, manifestou ceticismo quanto à eficácia da marcação diária de ativos privados, argumentando que a prática não resulta em maior precisão nas avaliações. A posição contrasta diretamente com a abordagem da Apollo, que tem promovido a maior frequência de marcação como uma ferramenta essencial para elevar a confiança dos investidores no setor. Essa divergência reflete uma tensão crescente sobre como ativos ilíquidos devem ser precificados em um ambiente de mercado que busca cada vez mais agilidade, mas que ainda carece de consensos sobre as melhores práticas de valuation para investimentos alternativos.
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