CEO da Qualcomm diz à Fortune que 2026 é o ano dos agentes de IA
Cristiano Amon mira US$22 bi em receita fora de celulares até 2029 e diz trabalhar com 'praticamente todos' os grandes nomes da IA.
Pontos principais
- Amon declara que 2026 é o ano em que agentes de IA viram mainstream
- Era do smartphone como aparelho central do consumidor está terminando
- Qualcomm mira US$22 bilhões em receita não-mobile até 2029
- Aposta em chips para automóveis, robótica e wearables (óculos, joias, pingentes, broches)
- Empresa fornece chips para o primeiro hardware da OpenAI
O CEO da Qualcomm, Cristiano Amon, afirmou à Fortune que 2026 será o ano em que os agentes de IA se tornam mainstream e que a era do smartphone como aparelho central do consumidor está terminando. A empresa busca reinventar-se de fabricante dependente de celulares para fornecedora de chips em automóveis, robótica e wearables de IA — óculos, joias, pingentes e broches projetados para conectar usuários a um agente.
A meta financeira é cerca de US$22 bilhões em receita não-mobile até 2029, com o 6G enquadrado como a transição sem fio para a era dos agentes. Em entrevista separada, Amon disse trabalhar com 'praticamente todos' os grandes nomes da IA em dispositivos ainda não anunciados, incluindo a primeira incursão da OpenAI em hardware.
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