A Casa Branca iniciou os preparativos para a demissão de Marty Makary do comando da FDA, consolidando uma mudança na liderança das agências de saúde sob a administração de Donald Trump. A decisão ocorre em um cenário de intensos atritos entre o comissário e o governo, exacerbados por pressões de aliados, do secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., e de grupos antiaborto. O descontentamento centraliza-se na gestão de pílulas abortivas, na fiscalização de cigarros eletrônicos e em decisões sobre a segurança de vacinas, como as de Covid-19 e herpes-zóster, que geraram questionamentos sobre a metodologia de ensaios clínicos adotada sob sua gestão.
Além das divergências políticas, a agência enfrenta um período de instabilidade interna com a queda na moral dos funcionários, motivada por demissões e pela nomeação de autoridades vistas como divisivas. Críticos da atual gestão argumentam que diversas decisões regulatórias foram tomadas sem o suporte de dados científicos sólidos, o que teria impactado a confiança pública na instituição. Enquanto a saída de Makary sinaliza uma reorientação nas prioridades da agência, o governo avalia a nomeação de Kyle Diamantas como interino, mantendo Stephen Hahn e Brett Giroir como opções para a sucessão definitiva.
The Guardian World • 9 mai, 07:00
Financial Times World • 8 mai, 19:29
InfoMoney • 8 mai, 19:08
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