O Irã afirmou que a guerra contra o país é uma agressão e violação do direito internacional, buscando um acordo justo e abrangente nas negociações com os EUA.
A China declarou que a guerra dos EUA e Israel contra o Irã é ilegal, com seu ministro das Relações Exteriores afirmando que a região está em um ponto de virada e que estão prontos para reduzir as tensões; o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que a cooperação bilateral com a China "será ainda mais forte nas atuais circunstâncias".
Os EUA pediram ao Iraque que tome medidas contra milícias terroristas e corte seu apoio, conforme declaração de um funcionário do Departamento de Estado.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu conversou com o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Sheikh Mohammed bin Zayed Al Nahyan, condenando os ataques iranianos contra civis e instalações civis nos EAU.
O exército israelense alertou para evacuar 12 cidades no sul do Líbano e no oeste de Beqaa antes de ataques aéreos contra o Hezbollah, após o grupo lançar foguetes, morteiros e drones explosivos contra tropas israelenses no sul do Líbano.
A Coreia do Norte alterou sua constituição para reafirmar o desenvolvimento de armas nucleares com o propósito de dissuasão.
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