O Irã executou supostos agentes do Mossad e emitiu fortes advertências sobre o Estreito de Ormuz, enquanto EUA, UE e OTAN coordenam esforços para garantir a segurança da navegação na região.
O Irã executou por enforcamento três supostos agentes do Mossad, acusados de crimes em Mashhad, conforme a agência de notícias Fars.
O Quartel-General Khatam al-Anbiya do Irã advertiu que qualquer força estrangeira, especialmente militares dos EUA, será atacada se se aproximar de Ormuz, e que navios comerciais devem coordenar a passagem para sua segurança.
O Exército iraniano afirmou que responderá firmemente a qualquer ameaça em qualquer nível e região; o Quartel-General Khatam al-Anbiya acrescentou que atos de agressão dos EUA desestabilizarão o status quo e colocarão em risco a segurança dos navios.
Os EUA estabeleceram uma zona de segurança aprimorada para o trânsito no Estreito de Ormuz, aconselhando coordenação com Omã e rotas por suas águas territoriais.
O Comissário de Política Externa da UE afirmou que a UE está pronta para participar com equipamento naval na região; o Secretário-Geral da OTAN declarou que a organização está pronta para a próxima fase com unidades e caça-minas no Estreito de Ormuz.
O presidente francês Emmanuel Macron afirmou que a França não participará do novo plano dos EUA para o Estreito de Ormuz.
O Exército israelense emitiu avisos de evacuação para cidades no sul do Líbano; Washington comunicou a Israel que o cessar-fogo com o Líbano permanecerá em vigor.