A capital do Mali, Bamako, está sob cerco de grupos jihadistas, incluindo um ligado à Al-Qaeda, e facções tuaregues, o que representa uma grave ameaça à estabilidade da Aliança dos Estados do Sahel (AES). A ofensiva coordenada resultou na tomada de cidades estratégicas e no assassinato do ministro da Defesa do Mali, Sadio Camara. O cerco dificulta o abastecimento do país e, caso Bamako caia, pode desestabilizar toda a África Ocidental, uma região rica em recursos naturais.
Em meio à crise, o Mali acusa a França de apoiar e financiar grupos terroristas, alegações que a França nega veementemente. Analistas sugerem que a ofensiva pode ter o objetivo de desestabilizar governos nacionalistas e explorar recursos. Os estados da AES, por sua vez, têm recebido apoio militar da Rússia, através da África Korps, ligada ao Grupo Wagner, enquanto o JNIM busca um califado islâmico no Sahel e o FLA, de grupos tuaregues, luta por um estado próprio.
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