O processo de privatização da Copasa enfrenta críticas sobre sua robustez, com questionamentos sobre metas de universalização, transparência e precificação.

O processo de privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) tem sido alvo de críticas significativas, levantando dúvidas sobre a robustez do modelo de desestatização. As principais preocupações incluem a ausência de previsão contratual para metas de universalização e qualidade dos serviços, além da falta de disciplina para atender áreas socialmente sensíveis.
Questionamentos também foram feitos sobre a transparência e a celeridade na renegociação com os municípios e no processo de regionalização. Adicionalmente, foi identificado um erro no modelo utilizado para a precificação das ações da empresa, o que adiciona mais um ponto de controvérsia ao processo.
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