A distinção entre judaísmo e cristianismo foi marcada pela decisão de abandonar a prática da circuncisão, um evento que, segundo o Novo Testamento, ocorreu por volta do ano 50. Essa ruptura foi resultado de intensas discussões, principalmente entre São Paulo e São Pedro, sobre a necessidade de os cristãos seguirem esse mandamento. Enquanto o judaísmo manteve a circuncisão como um sinal da aliança divina, o cristianismo optou por não adotá-la, estabelecendo um marco fundamental para sua identidade.
Essa divergência sobre a circuncisão foi crucial para a separação das duas religiões. A decisão de São Paulo e outros líderes cristãos de não exigir a circuncisão dos convertidos foi um passo significativo para a universalização do cristianismo, permitindo sua expansão para além das comunidades judaicas e moldando suas práticas e crenças de forma distinta.
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