A comunidade de Gaviotas, estabelecida em 1971 por Paolo Lugari nos inóspitos Los Llanos, na Colômbia, demonstra há mais de cinco décadas um modelo de autossustentabilidade e inovação ecológica. Ao longo dos anos, o assentamento desenvolveu uma série de tecnologias de baixo custo, como aquecedores solares, bombas d'água acopladas a gangorras e turbinas eólicas leves, muitas das quais foram replicadas em outras regiões da Colômbia e do mundo.
Além das inovações tecnológicas, Gaviotas realizou uma notável transformação ambiental, convertendo o solo ácido da região em uma floresta comestível por meio do plantio de pinheiros caribenhos, o que resultou no retorno de diversas espécies animais. A comunidade também produz biocombustíveis a partir de resina de pinheiro e óleo de palma, utilizados para consumo interno e exportação, consolidando seu legado como um exemplo de 'tecnologias apropriadas' e inspirando discussões sobre o futuro de comunidades intencionais.
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