A Spirit Airlines, companhia aérea norte-americana de ultra baixo custo, anunciou o encerramento imediato de suas operações após 34 anos de atividade. A decisão foi atribuída a dificuldades financeiras, ao aumento dos custos operacionais e à falha nas negociações para um resgate financeiro com o governo do presidente Donald Trump. Todos os voos foram cancelados e o atendimento ao cliente foi desativado, com a promessa de reembolsos para os passageiros afetados.
A companhia, que empregava aproximadamente 17 mil pessoas, acumulou um prejuízo superior a US$ 2,5 bilhões desde 2020 e registrou US$ 8,1 bilhões em dívidas em agosto de 2025. A Casa Branca não conseguiu viabilizar o resgate financeiro. O custo do combustível de aviação quase dobrou em algumas regiões dos EUA devido à disparada do petróleo pela guerra no Oriente Médio, inviabilizando o plano de recuperação da empresa, que estava sob Chapter 11 (recuperação judicial) pela segunda vez. A Spirit atendia diversos destinos nos EUA e na América Latina. A notícia foi discutida por analistas como George Ferguson da Bloomberg Intelligence e Jeff Mason da Bloomberg News, e apresentada no programa Bloomberg This Weekend.
American Airlines, United Airlines e Frontier Airlines se preparam para auxiliar clientes e funcionários da Spirit.
Folha de São Paulo - Mercado • 2 mai, 09:41
Bloomberg - Markets • 2 mai, 09:09
InfoMoney • 2 mai, 08:36
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