A França está sob crescente pressão para anunciar uma estrutura de justiça reparatória para a escravidão. A demanda intensificou-se após a inauguração do Mastro da Fraternidade e Memória em Nantes, um antigo e proeminente porto de tráfico de escravos. Este monumento simboliza um ponto de virada na forma como a França aborda o legado de sua história escravista.
Nantes desempenhou um papel central no tráfico transatlântico de escravos, sendo o maior ponto de partida francês para navios que transportavam africanos escravizados. A inauguração do monumento e a pressão sobre o presidente Emmanuel Macron destacam a urgência de um plano de reparação para as consequências históricas da escravidão.
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